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Essa disciplina ministrada brilhantemente pela Prof. Msc. Sílvia Dotta nos levou de encontro à algumas teorias de comunicação, cultura de massa e cibercultura.
Assistimos alguns filmes, entre eles, o belíssimo Renaissance, um filme que mostra Paris em 2054, linguagem HQ, alto contraste P&B, onde a linguagem no filme está sempre relacionada a tecnologia. É um filme de aventura, mas, tem muito aspectos a serem observados quando visto da forma como vimos, como objeto de estudo. Abaixo, o trailer:
Dessa disciplina sairam dois trabalhos: a criação de um dispositivo interativo para estabelecimentos para relacionamento com os clientes e uma resenha crítica de um livro da área. Eu escolhi O Design do Dia a Dia do Donald Norman, que aliás é um excelente livro pra quem quer estudar usabilidade.
O nosso trabalho foi a criação de um dispositivo para supermercados. A função não será descrita aqui, porque, a gente não sabe o dia de amanhã, e podemos resolver produzir a ideia. Mas, foi um trabalho muito interessante com definição de público-alvo, análise SWOT (novidade pra mim, que nem sabia o que era isso), criação de funcionalidades, entre outros tópicos. O trabalho aliou teoria e criatividade e saímos do convencional ao criar um dispositivo pra supermercado, ao invés de uma funcionalidade pra sites ou celular, o que era esperado já que quase todos do grupo trabalham com internet.
Particularmente, eu gostei muito da disciplina, principalmente pela professora, que nos instigou a pensar (e muito), com muitas questões durante a apresentação do trabalho e com o feedback, tão importante pra nós que estamos aprendendo. Aliás, feedback é importante em todas as áreas.
P.s.: Como a resenha é grande, vou disponibilizá-la aos colegas da turma, no nosso grupo. Se alguém, quiser lê-la, é só pedir que eu envio.
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As duas disciplinas em uma que foram ministradas pela Profª. Thaís Campas nos colocou em contato com as primeiras noções sobre o trabalho do arquiteto de informação e nos apresentou muitos termos do jargão da profissão, assim, como algumas técnicas e métodos de trabalho. A ferramenta mais discutida e temida por nós em aula foram as matrizes. Matrizes de funcionalidades, matrizes de conteúdo, matrizes. A matriz, no meu entender, nada mais é que um levantamento profundo das funcionalidades e conteúdos de um site/portal (isto, é se for uma matriz legada – de um produto já existente) ou se for de um produto novo, conterá funcionalidades, seções, links, tecnologias, tudo o que for necessário pra um bom andamento de projeto. É uma planilha detalhada nos dois casos e os campos da planilha quem vai definir é o próprio arquiteto.
Como conclusão dessa disciplina nos foi pedido um trabalho em grupo de análise de um portal ou site à escolha com os seguintes conteúdos: uma matriz de escopo até o 4º nível do site mais perfil do negócio, razão de escolha do portal a ser analisado, análise da situação do portal (pontos fracos, fortes, oportunidades e ameaças) e uma conclusão com possíveis melhorias para a experiência do usuário.
Eu e o meu grupo ( Eglen Mari, Erico Rabanea e Shirley Higa) escolhemos o portal da SPTrans por ser um portal destinado a informar as pessoas sobre o transporte público da cidade e os benefícios de usá-lo, além de mostrar as facilidades que oferecem.
Após a análise detalhada nós chegamos a algumas conclusões: que o portal da SPTrans apresenta uma série de serviços relevantes a população em geral, tanto o usuário de transporte coletivo quanto o usuário de transporte individual. Possui também um banco de dados rico e complexo que privilegia a rapidez resultando em uma resposta satisfatória em consultas. Levantamos vários pontos a serem desenvolvidos e aplicados, que claro, não vou expor aqui, porque quem trabalha de graça é relógio, rs. Mas, o mais importante desse trabalho foi aprender que a partir de uma série de ferramentas de análise você pode ter a diferença entre mais um projeto e um projeto de sucesso.
É por isso que existe a figura do arquiteto de informação, para enriquecer de dados relevantes um projeto, pra ter uma visão holística sobre todas as áreas envolvidas e detectar problemas e soluções antes de qualquer desenho ou redesenho de site, portal ou o produto que for. Pra ninguém morrer de curiosidade, uma palhinha do que foi nossa matriz de escopo.

Pedacinho da nossa matriz de escopo
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