Amigos, mudei para http://www.lucianalencar.com/blog/. A casa está meio bagunçada, mas, já tem uns post novos e logo, logo, tudo voltará ao normal. Assinem o novo feed! Beijos!
Essa disciplina ministrada brilhantemente pela Prof. Msc. Sílvia Dotta nos levou de encontro à algumas teorias de comunicação, cultura de massa e cibercultura.
Assistimos alguns filmes, entre eles, o belíssimo Renaissance, um filme que mostra Paris em 2054, linguagem HQ, alto contraste P&B, onde a linguagem no filme está sempre relacionada a tecnologia. É um filme de aventura, mas, tem muito aspectos a serem observados quando visto da forma como vimos, como objeto de estudo. Abaixo, o trailer:
Dessa disciplina sairam dois trabalhos: a criação de um dispositivo interativo para estabelecimentos para relacionamento com os clientes e uma resenha crítica de um livro da área. Eu escolhi O Design do Dia a Dia do Donald Norman, que aliás é um excelente livro pra quem quer estudar usabilidade.
O nosso trabalho foi a criação de um dispositivo para supermercados. A função não será descrita aqui, porque, a gente não sabe o dia de amanhã, e podemos resolver produzir a ideia. Mas, foi um trabalho muito interessante com definição de público-alvo, análise SWOT (novidade pra mim, que nem sabia o que era isso), criação de funcionalidades, entre outros tópicos. O trabalho aliou teoria e criatividade e saímos do convencional ao criar um dispositivo pra supermercado, ao invés de uma funcionalidade pra sites ou celular, o que era esperado já que quase todos do grupo trabalham com internet.
Particularmente, eu gostei muito da disciplina, principalmente pela professora, que nos instigou a pensar (e muito), com muitas questões durante a apresentação do trabalho e com o feedback, tão importante pra nós que estamos aprendendo. Aliás, feedback é importante em todas as áreas.
P.s.: Como a resenha é grande, vou disponibilizá-la aos colegas da turma, no nosso grupo. Se alguém, quiser lê-la, é só pedir que eu envio.
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As duas disciplinas em uma que foram ministradas pela Profª. Thaís Campas nos colocou em contato com as primeiras noções sobre o trabalho do arquiteto de informação e nos apresentou muitos termos do jargão da profissão, assim, como algumas técnicas e métodos de trabalho. A ferramenta mais discutida e temida por nós em aula foram as matrizes. Matrizes de funcionalidades, matrizes de conteúdo, matrizes. A matriz, no meu entender, nada mais é que um levantamento profundo das funcionalidades e conteúdos de um site/portal (isto, é se for uma matriz legada – de um produto já existente) ou se for de um produto novo, conterá funcionalidades, seções, links, tecnologias, tudo o que for necessário pra um bom andamento de projeto. É uma planilha detalhada nos dois casos e os campos da planilha quem vai definir é o próprio arquiteto.
Como conclusão dessa disciplina nos foi pedido um trabalho em grupo de análise de um portal ou site à escolha com os seguintes conteúdos: uma matriz de escopo até o 4º nível do site mais perfil do negócio, razão de escolha do portal a ser analisado, análise da situação do portal (pontos fracos, fortes, oportunidades e ameaças) e uma conclusão com possíveis melhorias para a experiência do usuário.
Eu e o meu grupo ( Eglen Mari, Erico Rabanea e Shirley Higa) escolhemos o portal da SPTrans por ser um portal destinado a informar as pessoas sobre o transporte público da cidade e os benefícios de usá-lo, além de mostrar as facilidades que oferecem.
Após a análise detalhada nós chegamos a algumas conclusões: que o portal da SPTrans apresenta uma série de serviços relevantes a população em geral, tanto o usuário de transporte coletivo quanto o usuário de transporte individual. Possui também um banco de dados rico e complexo que privilegia a rapidez resultando em uma resposta satisfatória em consultas. Levantamos vários pontos a serem desenvolvidos e aplicados, que claro, não vou expor aqui, porque quem trabalha de graça é relógio, rs. Mas, o mais importante desse trabalho foi aprender que a partir de uma série de ferramentas de análise você pode ter a diferença entre mais um projeto e um projeto de sucesso.
É por isso que existe a figura do arquiteto de informação, para enriquecer de dados relevantes um projeto, pra ter uma visão holística sobre todas as áreas envolvidas e detectar problemas e soluções antes de qualquer desenho ou redesenho de site, portal ou o produto que for. Pra ninguém morrer de curiosidade, uma palhinha do que foi nossa matriz de escopo.

Pedacinho da nossa matriz de escopo
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A partir de hoje, vou postar as minhas impressões sobre as disciplinas e trabalhos que estou realizando no curso de Arquitetura de Informação da F.I.T.. Não pretendo criticar nem elogiar nenhum dos professores, vou falar somente da disciplina e do trabalho pedido e de como ele foi realizado. Numa pós-graduação, as aulas tendem a ser uma correria sem fim; no fundo, são apenas dicas do caminho a seguir, o aprofundamento de cada conceito, só com muita pesquisa, leitura e com certeza, na prática do dia-a-dia. Aos colegas do 2ª turma de A.I. na F.I.T. peço colaboração com suas próprias experiências nas áreas de comentários. Que assim seja!
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Meu curso de desenho chegou ao fim… mas, só o curso pois, desenho é prática, é perseverança (claro, que tem uns gênios que nascem desenhando bem e, claramente, não é o meu caso), mas, no curso pude aprender e entender que desenhar bem é uma questão de olhar, de observar, de sentir o desenho. Tenho muito chão pela frente, sei disso, mas, minha pretensão nem é me tornar uma ilustradora ou algo parecido, pra mim desenho e pintura, são hobbies, que indiretamente me ajudam com questões de criatividade e também, de relaxamento. Desenhar é uma ótima terapia sempre. Acabei de finalizar um dos últimos desenhos que vão compor meu portfólio pra nota final. Foi feito com pastel seco e guache sobre papel Mi-Teintes da Canson

Preta para Marcelo Sá
A parte mais importante desse post, no entanto, é uma homenagem que eu gostaria de fazer a um amigo, que infelizmente há 4 anos não está mais entre nós. O Má, era um excelente artista, tinha telas maravilhosas em pastel, e ao ver uma exposição dele, em 92, eu me apaixonei por esse material, que até hoje é meu preferido, embora eu ainda não o domine. Ele tinha uma tela inesquecível de uma negra… e por isso, sonhava em fazer uma. For you.
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… embora haja tanto desencontro pela vida” (Vinicius de Moraes). Essa frase permeou um trabalho muito gostoso que realizei pra uma amiga querida. Foi um projeto de TCC onde coube a mim traduzir na capa e na diagramação das páginas toda a riqueza de idéias que as duas lindas colocaram no papel… embora, minha experiência com mídia impressa seja mínima, esse foi um trabalho muito importante, que me trouxe um pouco de aprendizado nessa área. Abaixo o resultado:

Capa do Livro-TCC

O resultado final
Umas das coisas que eu mais gostei foi a frase de Vinícius em forma de Pão de Açúcar. E o melhor, eu ganhei um exemplar!
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